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José Sérgio Gabrielli

Doutor em Economia pela Boston University e ex-Presidente da Petrobras.

Cem anos atrás, em abril de 1918, tropas britânicas, alemãs, turcas guerreavam com soldados soviéticos, envolvendo armênios, azerbaijanos e outros povos, para garantir acesso ao petróleo da península de Absheron, especialmente nos arredores da cidade de Baku, no Mar Cáspio. O mundo vivia a I Guerra Mundial, os soviéticos derrubaram o governo czarista em 1917 e as grandes potenciais mundiais, principalmente o Império Britânico, achavam que o governo revolucionário seria logo derrubado, depois da nacionalização, sem indenizações, das propriedades estrangeiras dos produtores de petróleo da região. (...)

Quinta, 03 de Maio de 2018

No início do século passado, antes da Segunda Guerra, a Royal Dutch Shell e a Standard Oil, com suas afiliadas, já disputavam o controle dos mercados de derivados de petróleo na América Latina. Controlavam as importações e a distribuição, mesmo sem produzir ou refinar na região e impediam o surgimento de uma efetiva indústria de petróleo nos países ao sul dos EUA, o maior produtor mundial de petróleo e derivados à época. (...)

Terça, 12 de Julho de 2018

Terça, 03 de Abril de 2018

Muitas coisas já estão acontecendo, mas as previsões para meados da próxima década indicam grandes mudanças no mundo do petróleo. Com todas as incertezas que estão associadas as previsões do futuro, algumas tendências se intensificarão: a crescente importância dos EUA, como produtor, - com a China e Índia desempenhando papel fundamental na demanda, -a grande relocalização da capacidade do refino para o Oriente Médio e Ásia, - com a diminuição do aparelho refinador nos países da OECD, - e o aumento do consumo do gás natural, que se movimentará mais globalmente. (...)

Colunista